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:: Atrofia genital

Porque aparece
O estrogênio é um hormônio feminino, produzido pelos ovários e que tem papel importante na manutenção da lubrificação e saúde dos tecidos vaginais. Quando seus níveis estão baixos, esses tecidos se tornam atrofiados - finos, secos e retraídos. A causa mais comum para a queda do estrogênio é a menopausa.

Diagnóstico
A atrofia normalmente se desenvolve tão devagar que a mulher pode não notar nenhum sintoma até cinco ou dez anos após o início da menopausa. Os sinais mais comuns de atrofia genital incluem:

  • Secura vaginal;
  • Coceira ou sensação de queimação;
  • Dor na relação sexual;
  • Pequeno sangramento depois do sexo.
    Ela permanece até que seja tratada ou que os níveis de estrogênio voltem ao normal. Para ajudar na relação sexual, um lubrificante à base de água pode ser usado para hidratar os tecidos vaginais e prevenir dores. Para confirmar o diagnóstico de atrofia genital, o médico examina a vulva e a vagina procurando por sinais de ressecamento, vermelhidão e afinamento dos tecidos vaginais.

Riscos
A atrofia genital, em si, pode levar ao desinteresse pelo sexo e, como consequência, ao afastamento do casal. No entanto, ela indica deficiência de estrogênio e esse é um importante fator a ser considerado, uma vez que a queda na produção desse hormônio acaba acarretando riscos, como distribuição de gordura mais masculina, ou seja, na região da cintura - um fator de risco para doenças cardiovasculares -, osteoporose e risco maior de infarto, pela ligação entre estrogênio e colesterol.

Tratamento
O tratamento mais indicado para os casos de atrofia vaginal é a terapia hormonal (TH). Antes de indicar esse tratamento, entretanto, o médico deverá solicitar uma série de exames para verificar se não há nenhuma contra-indicação. Uma vez permitida, a reposição hormonal traz resultados excelentes, não só para o caso da atrofia genital, mas também para todos os sintomas relacionados com a menopausa, como as ondas de calor, irritabilidade, insônia e pele seca.

Quando procurar o médico
Uma consulta com o ginecologista deve ser marcada se existe dor nas relações sexuais, pequenos sangramentos e a sensação de queimação.

Prevenção
Um lubrificante vaginal a base de água pode ser usado para prevenir a dor na relação sexual. Atividade sexual regular ajuda a evitar o problema, uma vez que ela aumenta a circulação sanguínea na vagina, o que auxilia a manter os tecidos vaginais.

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